Unboxing New Evidence - IECRCM

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INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RCM NOME DO MEDICAMENTO ROZOR 10 mg/10 mg comprimidos revestidos por película TWICOR 10 mg + 10 mg e 20 mg + 10 mg comprimidos revestidos por película COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA ROZOR 10 mg/10 mg comprimidos revestidos por película: Cada comprimido revestido por película contém 10 mg de rosuvastatina (sob a forma de cálcio) e 10 mg de ezetimiba. TWICOR 10 mg + 10 mg comprimidos revestidos por película: Cada comprimido revestido por película contém 10 mg de rosuvastatina (sob a forma de cálcio) e 10 mg de ezetimiba. TWICOR 20 mg + 10 mg comprimidos revestidos por película: Cada comprimido revestido por película contém 20 mg de rosuvastatina (sob a forma de cálcio) e 10 mg de ezetimiba. FORMA FARMACÊUTICA ROZOR 10 mg/10 mg comprimidos revestidos por película: Comprimido revestido por película, cor de rosa, redondo, com um diâmetro de 10,0 mm com a gravação “AL” de um lado. TWICOR 10 mg + 10 mg comprimidos revestidos por película: Comprimido revestido por película, cor de rosa, redondo, com um diâmetro de 10,1 mm com a gravação “AL” de um lado. TWICOR 20 mg + 10 mg comprimidos revestidos por película: Comprimido revestido por película, cor de rosa, redondo, com um diâmetro de 10,7 mm, liso de ambos os lados. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS ROZOR e TWICOR estão indicados como adjuvantes da dieta para o tratamento de hipercolesterolemia primária, como terapêutica de substituição, em doentes adultos adequadamente controlados com as substâncias individuais administradas concomitantemente na mesma dose que na combinação de dose fixa, mas enquanto medicamentos separados. ROZOR e TWICOR estão indicado como terapêutica de substituição em doentes adultos com doença coronária (DC) e história de síndrome coronária aguda (SCA), que estão adequadamente controlados com as substâncias individuais administradas concomitantemente na mesma dose que na combinação fixa, mas enquanto medicamentos separados. POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO Posologia: O doente deverá estar a fazer uma dieta hipolipemiante adequada que deve ser continuada durante o tratamento com ROZOR e TWICOR. TWICOR pode ser administrado no intervalo de doses de 10 + 10 mg a 20 + 10 mg. A dose recomendada é de um comprimido revestido por película da dosagem prescrita por dia, com ou sem alimentos. ROZOR e TWICOR não são adequados para terapêutica inicial. O início do tratamento deve ser apenas efetuado através da administração dos componentes em monoterapia e, após a determinação da posologia apropriada, é possível a mudança para a combinação de dose fixa na dosagem apropriada. O tratamento deve ser individualizado de acordo com os níveis lipídicos pretendidos, o objetivo terapêutico recomendado e a resposta do doente. O ajuste posológico pode ser realizado após 4 semanas, quando necessário. ROZOR e TWICOR 10 mg + 10 mg não é adequado para o tratamento de doentes que requeiram uma dose de 20 mg de rosuvastatina. ROZOR e TWICOR deve ser tomado ≥2 horas antes ou ≥4 horas após a administração de um sequestrante do ácido biliar. População pediátrica: A segurança e eficácia de ROZOR e TWICOR em crianças com menos de 18 anos de idade não foram ainda estabelecidas. Utilização em idosos: Recomenda-se uma dose inicial de 5 mg de rosuvastatina em doentes com idade >70 anos. A combinação de dose fixa não é adequada para terapêutica inicial. O início do tratamento deve ser apenas efetuado através da administração dos componentes em monoterapia e, após a determinação da posologia apropriada, é possível a mudança para a combinação de dose fixa na dosagem apropriada. Posologia em doentes com insuficiência renal: Não é necessário ajuste posológico em doentes com compromisso renal ligeiro. A dose inicial recomendada é de 5 mg de rosuvastatina em doentes com compromisso renal moderado (depuração da creatinina <60 ml/min). A combinação de dose fixa não é adequada para terapêutica inicial. O início do tratamento deve ser apenas efetuado através da administração dos componentes em monoterapia e, após a determinação da posologia apropriada, é possível a mudança para a combinação de dose fixa na dosagem apropriada. A utilização de rosuvastatina em doentes com compromisso renal grave está contraindicada em todas as doses. Posologia em doentes com compromisso hepático: Não é necessário ajuste posológico em doentes com insuficiência hepática ligeira (pontuação 5 a 6 na escala de Child-Pugh). O tratamento com ROZOR e TWICOR não é recomendado em doentes com disfunção hepática moderada (pontuação 7 a 9 na escala de Child-Pugh) ou grave (pontuação > 9 na escala de Child-Pugh). ROZOR e TWICOR estão contraindicados em doentes com doença hepática ativa. Raça: Tem sido observado aumento da exposição sistémica de rosuvastatina em indivíduos Asiáticos. A dose inicial recomendada é de 5 mg de rosuvastatina para doentes de ascendência Asiática. A combinação de dose fixa não é adequada para terapêutica inicial. O início do tratamento deve ser apenas efetuado através da administração dos componentes em monoterapia e, após a determinação da posologia apropriada, é possível a mudança para a combinação de dose fixa na dosagem apropriada. Polimorfismos genéticos: São conhecidos tipos específicos de polimorfismos genéticos que podem levar a aumento da exposição à rosuvastatina. Para os doentes em que são conhecidos tais tipos específicos de polimorfismos, recomenda-se uma dose diária inferior. Posologia em doentes com fatores predisponentes para miopatia: A dose inicial recomendada é de 5 mg de rosuvastatina em doentes com fatores predisponentes para miopatia. A combinação de dose fixa não é adequada para terapêutica inicial. O início do tratamento deve ser apenas efetuado através da administração dos componentes em monoterapia e, após a determinação da posologia apropriada, é possível a mudança para a combinação de dose fixa na dosagem apropriada. Terapêutica concomitante: A rosuvastatina é um substrato de várias proteínas transportadoras (p. ex., OATP1B1 e BCRP). O risco de miopatia (incluindo rabdomiólise) aumenta quando ROZOR ou TWICOR é administrado concomitantemente com determinados medicamentos, que podem aumentar a concentração plasmática da rosuvastatina, devido a interações com essas proteínas transportadoras (p. ex., ciclosporina e certos inibidores da protease, incluindo combinações de ritonavir com atazanavir, lopinavir e/ou tipranavir). Sempre que possível, devem ser considerados medicamentos alternativos e, se necessário, considerar temporariamente a interrupção da terapêutica com ROZOR ou TWICOR. Em situações em que a administração concomitante destes medicamentos com ROZOR ou TWICOR é inevitável, o benefício e o risco do tratamento concomitante e ajustes na dose de rosuvastatina devem ser cuidadosamente considerados. Modo de administração: Via oral. ROZOR e TWICOR devem ser tomado todos os dias, uma vez por dia, e à mesma hora, com ou sem alimentos. O comprimido revestido por película deve ser engolido inteiro com um copo de água. CONTRAINDICAÇÕES ROZOR e TWICOR estão contraindicados em doentes com hipersensibilidade às substâncias ativas (rosuvastatina, ezetimiba) ou a qualquer um dos excipientes; em doentes com doença hepática ativa, incluindo elevações persistentes e inexplicáveis das transaminases séricas e qualquer elevação das transaminases séricas excedendo 3 vezes o limite superior do normal (LSN); durante a gravidez, a amamentação e em mulheres em idade fértil que não adotam medidas contracetivas apropriadas; em doentes com compromisso renal grave (depuração da creatinina <30 ml/min); em doentes com miopatia; em doentes tratados concomitantemente com ciclosporina. EFEITOS INDESEJÁVEIS Resumo do perfil de segurança: As reações adversas observadas com rosuvastatina são geralmente de carácter ligeiro e transitório. Em ensaios clínicos controlados, menos de 4% dos doentes tratados com rosuvastatina foram retirados dos estudos devido a reações adversas. Em estudos clínicos, com a duração até 112 semanas, foram administrados 10 mg de ezetimiba, uma vez por dia, em monoterapia em 2.396 doentes, ou com uma estatina em 11.308 doentes ou com fenofibrato em 185 doentes. As reações adversas foram geralmente ligeiras e transitórias. A incidência global dos efeitos secundários foi semelhante entre a ezetimiba e o placebo. Da mesma forma, a taxa de descontinuação devido a efeitos adversos foi comparável entre a ezetimiba e o placebo. De acordo com os dados disponíveis, 1.200 doentes em estudos clínicos tomaram concomitantemente rosuvastatina e ezetimiba. Conforme notificado na literatura publicada, os acontecimentos adversos mais frequentes, relacionados com o tratamento concomitante de rosuvastatina e ezetimiba, em doentes com hipercolesterolemia, são aumento das transaminases hepáticas, problemas gastrointestinais e dores musculares. Estes são efeitos indesejáveis conhecidos das substâncias ativas. No entanto, não é possível excluir uma interação farmacodinâmica, em termos de efeitos adversos, entre a rosuvastatina e a ezetimiba. Reações adversas: Frequentes (≥1/100, <1/10): diabetes mellitus1,2, cefaleia2,4, tontura2, obstipação2, náuseas2, dor abdominal2,3, diarreia3, flatulência3, mialgia2,4, astenia2, fadiga3, aumento de ALT e/ou AST4; Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): apetite diminuído3, parestesia4, afrontamentos3; hipertensão3, tosse3, dispepsia3, doença de refluxo gastroesofágico3, náuseas3, boca seca4, gastrite, prurido2,4, erupção cutânea2,4, urticária2,4, artralgia3, espasmos musculares3, dor cervical3, dorsalgia4, fraqueza muscular4, dores nas extremidades4, dor torácica3, dor3, astenia4; edema periférico4, aumento de ALT e/ou AST3, aumento da CPK no sangue3, aumento da gama-glutamiltransferase3, teste anormal da função hepática3; Raros (≥1/10.000, <1/1.000): trombocitopenia2, reações de hipersensibilidade, incluindo angioedema2, pancreatite2, transaminases hepáticas aumentadas2, miopatia (incluindo miosite)2, rabdomiólise2, síndrome semelhante ao lúpus, rutura muscular; Muito raros (<1/10.000): polineuropatia2, perda de memória2, icterícia2, hepatite2, artralgia2, hematúria2, ginecomastia2; Desconhecido (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): trombocitopenia5, hipersensibilidade (incluindo erupção cutânea, urticária, anafilaxia e angioedema)5, depressão2,5, neuropatia periférica2, alterações do sono (incluindo insónia e pesadelos)2, tonturas5, parestesia5, miastenia grave2, Miastenia ocular2, tosse2, dispneia2,5, diarreia2, pancreatite5, obstipação5, hepatite5, colelitíase5, colecistite5, síndrome de Stevens-Johnson2, eritema multiforme5, reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS), miopatia necrosante imunomediada2, afeções dos tendões, por vezes complicadas devido a rutura2, artralgia5, mialgia5; miopatia/rabdomiólise5, edema2, astenia5. 1A frequência irá depender da presença ou ausência de fatores de risco (glicemia em jejum 5,6 mmol/L, IMC > 30 kg/m2, triglicéridos aumentados, história de hipertensão) para a rosuvastatina. 2Perfil de reações adversas para a rosuvastatina com base em dados de estudos clínicos e numa extensa experiência pós-comercialização. 3Ezetimiba em monoterapia. Foram observadas reações adversas em doentes tratados com ezetimiba (N=2.396) e com maior incidência do que com o placebo (N=1.159). 4Ezetimiba administrada concomitantemente com uma estatina. Foram observadas reações adversas em doentes a tomar ezetimiba administrada concomitantemente com uma estatina (N=11.308) e com maior incidência do que na estatina administrada em monoterapia (N=9.361). 5Reações adversas adicionais de ezetimiba, notificadas na experiência pós-comercialização. Como estas reações adversas foram identificadas a partir de notificações espontâneas, as frequências reais são desconhecidas e não podem ser calculadas. Tal como com outros inibidores da redutase da HMG-CoA, a incidência de reações adversas medicamentosas tem tendência a depender da dose. Efeitos renais: Em doentes tratados com rosuvastatina, foi observada proteinúria, detetada por tiras de teste, sendo maioritariamente de origem tubular. Foi observada uma variação dos valores de proteinúria, desde ausência ou vestígios até um resultado ++ ou superior, em < 1% dos doentes em determinada altura durante o tratamento com 10 mg e 20 mg, e em, aproximadamente, 3% dos doentes tratados com 40 mg. Com a dose de 20 mg, foi observado um aumento menor, desde ausência ou vestígios até um resultado +. Na maioria dos casos, a proteinúria diminui ou desaparece espontaneamente com a continuação da terapêutica. Até ao momento, a análise de dados provenientes de ensaios clínicos e da experiência pós-comercialização não identificou uma associação causal entre a proteinúria e a doença renal aguda ou progressiva. A hematúria tem sido observada em doentes tratados com rosuvastatina e os dados de ensaios clínicos demonstram que a ocorrência é baixa. Efeitos musculosqueléticos: Têm sido notificados efeitos no musculo esquelético, p. ex., mialgia, miopatia (incluindo miosite) e, raramente, rabdomiólise, com ou sem insuficiência renal aguda, em doentes tratados com rosuvastatina em todas as doses, em particular, com doses > 20 mg. Em doentes tratados com rosuvastatina, foi observado um aumento dos níveis de CK relacionado com a dose; a maioria dos casos foram ligeiros, assintomáticos e transitórios. Se os níveis de CK forem elevados (> 5xLSN), o tratamento deve ser interrompido. Efeitos hepáticos: Tal como com outros inibidores da redutase da HMG-CoA, um aumento das transaminases, relacionado com a dose, foi observado num pequeno número de doentes a tomar rosuvastatina; a maioria dos casos foram ligeiros, assintomáticos e transitórios. Foram notificados, com algumas estatinas, os seguintes acontecimentos adversos: Disfunção sexual; Casos excecionais de doença pulmonar intersticial, especialmente com terapêutica de longa duração. A taxa de notificação de rabdomiólise, acontecimentos renais graves e acontecimentos hepáticos graves (consistindo principalmente no aumento das transaminases hepáticas) é superior com a dose de 40 mg de rosuvastatina. Valores laboratoriais: Em ensaios clínicos controlados em monoterapia, a incidência de aumentos clinicamente importantes das transaminases séricas (ALT e/ou AST 3X LSN, consecutivos) foi semelhante entre a ezetimiba (0,5%) e o placebo (0,3%). Em ensaios de administração concomitante, a incidência foi de 1,3% para doentes tratados com ezetimiba administrada concomitante com uma estatina e de 0,4% para doentes tratados com uma estatina em monoterapia. Estes aumentos foram geralmente assintomáticos, não associados a colestase e retomaram os valores basais após interrupção da terapêutica ou com a continuação do tratamento. Em ensaios clínicos, foi notificada CPK > 10X LSN para 4 de 1.674 (0,2%) doentes que receberam ezetimiba em monoterapia, versus 1 de 786 (0,1%) doentes que receberam placebo e para 1 de 917 (0,1%) doentes medicados concomitantemente com ezetimiba e uma estatina versus 4 de 929 (0,4%) doentes que receberam uma estatina em monoterapia. Não houve excesso de miopatia ou rabdomiólise associado à ezetimiba em comparação com o braço de controlo relevante (placebo ou estatina em monoterapia). População pediátrica: A segurança e eficácia de ROZOR e TWICOR em crianças com menos de 18 anos de idade não foram ainda estabelecidas. Rosuvastatina: As elevações da creatinaquinase > 10x LSN e os sintomas musculares após exercício ou aumento da atividade física foram observados mais frequentemente em ensaios clínicos de 52 semanas em crianças e adolescentes em comparação com os adultos. Noutros aspetos, o perfil de segurança de rosuvastatina foi semelhante em crianças e adolescentes em comparação com adultos. Ezetimiba: Doentes pediátricos (6 a 17 anos de idade): Num estudo que envolveu doentes pediátricos (6 a 10 anos de idade), com hipercolesterolemia familiar ou não familiar heterozigótica (n=138), foram observadas elevações de ALT e/ou AST (≥ 3X LSN, consecutivos) em 1,1% (1 doente) dos doentes tratados com ezetimiba em comparação com 0% no grupo do placebo. Não ocorreram elevações da CPK (≥ 10X LSN). Não foram notificados casos de miopatia. Num estudo separado, envolvendo doentes adolescentes (10 a 17 anos de idade), com hipercolesterolemia familiar heterozigótica (n=248), foram observadas elevações de ALT e/ou AST (≥ 3X LSN, consecutivos) em 3% (4 doentes) dos doentes tratados com ezetimiba/sinvastatina em comparação com 2% (2 doentes) no grupo de sinvastatina em monoterapia; estes valores foram de 2% (2 doentes) e de 0%, respetivamente, para a elevação da CPK (≥ 10X LSN). Não foram notificados casos de miopatia. Estes ensaios não foram adequados para comparação de reações adversas medicamentosas raras. Para informação completa por favor consultar RCM. Rev: 06/2025. Medicamento Sujeito a Receita Médica. Medicamento comparticipado (regime geral: 37%). Para mais informações deverá contactar o titular da Autorização de Introdução no Mercado. Titular de AIM: Viatris Healthcare, Lda. E-mail da farmacovigilância: pv.portugal@viatris.com

 

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RCM NOME DO MEDICAMENTO Ixfenro 5 mg + 145 mg comprimidos revestidos por película Ixfenro 10 mg + 145 mg comprimidos revestidos por película Ixfenro 20 mg + 145 mg comprimidos revestidos por película COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Ixfenro 5 mg + 145 mg comprimidos revestidos por película: Cada comprimido revestido por película contém 5,198 mg de rosuvastatina cálcica (correspondente a 5 mg de rosuvastatina) e 145 mg de fenofibrato. Ixfenro 10 mg + 145 mg comprimidos revestidos por película: Cada comprimido revestido por película contém 10,396 mg de rosuvastatina cálcica (correspondente a 10 mg de rosuvastatina) e 145 mg de fenofibrato. Ixfenro 20 mg + 145 mg comprimidos revestidos por película: Cada comprimido revestido por película contém 20,792 mg de rosuvastatina cálcica (correspondente a 20 mg de rosuvastatina) e 145 mg de fenofibrato. Excipiente(s) com efeito conhecido: Cada comprimido revestido por película contém: 350 mg de lactose mono-hidratada (corresponde a 332,514 mg de lactose); 130 mg de sacarose. FORMA FARMACÊUTICA Ixfenro 5 mg + 145 mg comprimidos revestidos por película: um comprimido revestido por película de cor amarela, em forma de cápsula modificada, biconvexo, com extremidades biseladas, com uma dimensão de aproximadamente 20,6 mm X 10,3 mm, com "M" gravado numa face e "FS1" na outra. Ixfenro 10 mg + 145 mg comprimidos revestidos por película: um comprimido revestido por película de cor laranja, em forma de cápsula modificada, biconvexo, com extremidades biseladas, com uma dimensão de aproximadamente 20,6 mm X 10,3 mm, com "M" gravado numa face e "FS2" na outra. Ixfenro 20 mg + 145 mg comprimidos revestidos por película: um comprimido revestido por película de cor rosa, em forma de cápsula modificada, biconvexo, com extremidades biseladas, com uma dimensão de aproximadamente 20,6 mm X 10,3 mm, com "M" gravado numa face e "FS3" na outra. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS Ixfenro é indicado como terapia adjuvante da dieta e do exercício regular para o tratamento de doentes adultos com dislipidemia mista e com alto risco cardiovascular, adequadamente controlada com rosuvastatina e fenofibrato administrados concomitantemente com o mesmo nível posológico enquanto formulações com um único componente. POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO Rosuvastatina + fenofibrato não é adequado para terapêutica inicial. O início do tratamento apenas deve ser feito com os monocomponentes e, após definir as doses corretas, é possível passar para a combinação de dose fixa com a dosagem adequada. Ixfenro 5 mg + 145 mg, 10 mg + 145 mg, 20 mg + 145 mg comprimidos revestidos por película não são adequados para o tratamento dos doentes que requerem uma dose de 40 mg de rosuvastatina. Antes do início do tratamento, o doente deverá iniciar uma dieta padronizada para a redução do colesterol e dos triglicéridos no sangue, dieta que deverá ser mantida durante o tratamento. Posologia: A dose recomendada é um comprimido por dia. Populações especiais: População pediátrica: A segurança e eficácia de rosuvastatina + fenofibrato em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade não foram ainda estabelecidas. Não existem dados disponíveis. Portanto, a utilização de rosuvastatina + fenofibrato na população pediátrica com idade inferior a 18 anos não é recomendado. Doentes idosos: Recomenda-se uma dose inicial de 5 mg de rosuvastatina em doentes com idade >70 anos. Não é necessário qualquer outro ajuste posológico. Doentes com compromisso renal: Rosuvastatina + fenofibrato é contraindicado em doentes com insuficiência renal grave, cuja taxa de filtração glomerular estimada seja < 30 ml/min/1,73 m2. Rosuvastatina + fenofibrato deve ser usado com precaução em doentes com insuficiência renal moderada a ligeira, cuja taxa de filtração glomerular estimada seja 30 a 89 ml/min/1,73 m2. Doentes com compromisso hepático: Rosuvastatina + fenofibrato não foi estudado em doentes com compromisso hepático e, consequentemente, não é recomendado para esta população. Rosuvastatina + fenofibrato é contraindicado em doentes com doença hepática ativa. Raça: Tem sido observado um aumento da exposição sistémica à rosuvastatina em indivíduos asiáticos. A dose inicial recomendada é de rosuvastatina 5 mg para doentes de ascendência Asiática. Polimorfismos genéticos: São conhecidos tipos específicos de polimorfismos genéticos que podem levar a aumento da exposição à rosuvastatina. Para os doentes em que são conhecidos tais tipos específicos de polimorfismos, recomenda-se uma dose diária inferior de rosuvastatina. Doentes com fatores predisponentes para miopatia: A dose inicial recomendada é de 5 mg de rosuvastatina em doentes com fatores predisponentes para miopatia. Modo de administração: Via oral. O comprimido tem de ser engolido inteiro com um copo de água. Deve ser tomado todos os dias à mesma hora, com ou sem alimentos. CONTRAINDICAÇÕES Hipersensibilidade às substâncias ativas (rosuvastatina, fenofibrato) ou a qualquer um dos excipientes. Fotoalergia ou reação fototóxica conhecida durante o tratamento com fibratos ou cetoprofeno. Doença hepática ativa incluindo elevações persistentes e inexplicáveis das transaminases séricas e qualquer elevação das transaminases séricas excedendo 3 vezes o limite superior da normalidade (LSN). Doença conhecida da vesícula biliar. Pancreatite aguda ou crónica com exceção de pancreatite aguda devido a hipertrigliceridemia grave. Insuficiência renal grave (taxa de filtração glomerular estimada < 30 ml/min/1,73 m2). Administração concomitante de ciclosporina. Administração concomitante da combinação de sofosbuvir/velpatasvir/voxilaprevir. Durante a gravidez e amamentação e em mulheres com potencial para engravidar que não adotam medidas contracetivas apropriadas. Histórico pessoal de miopatia. EFEITOS INDESEJÁVEIS As reações adversas associadas ao uso de medicamentos com rosuvastatina ou fenofibrato observadas em ensaios clínicos e experiência pós-comercialização que podem potencialmente ocorrer com rosuvastatina + fenofibrato estão listadas abaixo. Frequentes (≥ 1/100, < 1/10): Fenofibrato sinais e sintomas gastrointestinais (dor abdominal, náusea, vómitos, diarreia, flatulência), transaminases aumentadas, Nível de homocisteína no sangue aumentado; Rosuvastatina - diabetes mellitus, cefaleia, tontura, obstipação, náusea, dor abdominal, mialgia, astenia. Pouco frequentes (≥ 1/1.000, < 1/100): Fenofibrato – cefaleia, tromboembolismo (embolia pulmonar, trombose venosa profunda), pancreatite, colelitíase, hipersensibilidade cutânea (p. ex. erupção cutânea, prurido, urticária), afeções musculares (p. ex. mialgia, miosite, espasmos e fraqueza muscular), disfunção sexual, creatininemia aumentada; Rosuvastatina - erupção cutânea, prurido, urticária. Raros (≥1/10.000, <1/1.000): Fenofibrato diminuição da hemoglobina, diminuição da contagem de leucócitos, hipersensibilidade, hepatite, alopécia, reações de fotossensibilidade, rabdomiólise com ou sem insuficiência renal, ureia no sangue aumentada; Rosuvastatina – trombocitopenia, reações de hipersensibilidade incluindo angioedema, pancreatite, transaminases hepáticas aumentadas, miopatia (incluindo miosite), rabdomiólise, síndrome de tipo lúpus, rutura muscular. Muito raros (< 1/10 000): Rosuvastatina - polineuropatia, amnésia, icterícia, hepatite, artralgia, hematúria, ginecomastia. Desconhecido (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): Fenofibrato - doença pulmonar intersticial, icterícia, complicações decorrentes da colelitíase (p. ex. colecistite, colangite, cólica biliar, etc.), reações cutâneas graves (p. ex. eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica), fadiga; Rosuvastatina depressão, perturbação do sono (incluindo insónia e pesadelos), neuropatia periférica, miastenia grave, miastenia ocular, tosse, dispneia, diarreia, síndrome de Stevens- Johnson, reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS), afeções dos tendões, por vezes complicadas por rutura, miopatia necrosante imunomediada, edema. Para informação completa por favor consultar RCM. Rev: 09/2023. Medicamento sujeito a receita médica. Medicamento comparticipado (regime geral: 37%). Para mais informações deverá contactar o Titular de Autorização de Introdução no Mercado. Titular de AIM: Viatris Healthcare, Lda. E-mail da farmacovigilância: pv.portugal@viatris.com

 

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RCM NOME DO MEDICAMENTO Zarator, 10 mg, 20 mg, 40 mg, 80 mg, comprimidos revestidos por película COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada comprimido revestido por película contém 10 mg, 20 mg, 40 mg ou 80 mg de atorvastatina. Contém lactose mono-hidratada e ácido benzoico. FORMA FARMACÊUTICA Comprimido revestido por película INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS Hipercolesterolemia: está indicado como adjuvante da dieta para a redução de níveis elevados de colesterol total (C-total), colesterol LDL (C-LDL), apolipoproteína B e triglicéridos em adultos, adolescentes e crianças com idade igual ou superior a 10 anos com hipercolesterolemia primária incluindo hipercolesterolemia familiar (variante heterozigótica) ou hiperlipidemia combinada (mista) (correspondente aos Tipos IIa e IIb da Classificação de Fredrickson), quando a resposta à dieta e a outras medidas não farmacológicas é inadequada. Também está indicado na redução do colesterol total e colesterol LDL em adultos com hipercolesterolemia familiar homozigótica como adjuvante a outras terapêuticas para a redução de lípidos (por exemplo, aférese das LDL), ou quando essas terapêuticas não estão disponíveis. Prevenção da doença cardiovascular: Prevenção de eventos cardiovasculares em doentes adultos nos quais se estima existir um risco elevado de ocorrência do primeiro evento cardiovascular, usado como adjuvante para a correção de outros fatores de risco. POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO O doente deve seguir uma dieta-padrão de redução dos lípidos antes de iniciar o tratamento e mantê-la durante o tratamento. A dose deve ser individualizada de acordo com os níveis basais de C-LDL, com o objetivo terapêutico e em função da resposta do doente. A dose inicial habitual é de 10 mg em toma única diária. O ajuste posológico deve ser feito em intervalos mínimos de 4 semanas. A dose máxima é de 80 mg por dia. Compromisso renal: Não é necessário o ajuste de dose. Compromisso hepático: Zarator deve ser administrado com precaução em doentes com compromisso hepático. Zarator está contraindicado em doentes com doença hepática ativa. Tratamento concomitante com outros medicamentos: Em doentes a tomar os agentes antivirais elbasvir/grazoprevir para a hepatite C, ou letermovir para a profilaxia da infeção pelo citomegalovírus concomitantemente com atorvastatina, a dose de atorvastatina não deverá exceder 20 mg/dia. A utilização de atorvastatina não é recomendada em doentes a tomar letermovir administrado concomitantemente com ciclosporina. Idosos: A eficácia e a segurança da administração das doses recomendadas em doentes com mais de 70 anos são similares às observadas na população geral. População pediátrica: Hipercolesterolemia A utilização pediátrica deve ser determinada por médicos com experiência no tratamento da hiperlipidemia pediátrica e os doentes devem ser reavaliados periodicamente, de modo a avaliar o progresso. Para doentes com Hipercolesterolemia Familiar Heterozigótica com idade igual ou superior a 10 anos, a dose inicial recomendada de atorvastatina é 10 mg por dia. A dose poderá ser aumentada para 80 mg por dia de acordo com a resposta e a tolerabilidade. As doses devem ser individualizadas de acordo com o objetivo terapêutico recomendado. O ajuste da dose deve ser feito em intervalos mínimos de 4 semanas. A titulação da dose para 80 mg por dia é suportada por dados de estudos em adultos e por dados clínicos limitados de estudos em crianças com Hipercolesterolemia Familiar Heterozigótica. Outra forma farmacêutica/dosagem pode ser mais adequada a esta população. Modo de administração: Zarator é para administração oral. Cada dose diária de atorvastatina é administrada em toma única e pode ser administrada em qualquer altura do dia com ou sem alimentos. Consultar o RCM para mais informações relativamente a posologia. CONTRAINDICAÇÕES Está contraindicado em doentes com hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer dos excipientes do medicamento, com doença hepática ativa ou em caso de elevação persistente e inexplicável das transaminases séricas, excedendo mais de 3 vezes o limite superior normal, na gravidez, durante a amamentação e em mulheres em idade fértil que não usam métodos contracetivos adequados e tratados com os agentes antivirais glecaprevir/pibrentasvir para a hepatite C. EFEITOS INDESEJÁVEIS Frequentes (≥1/100, <1/10): nasofaringite, reações alérgicas, hiperglicemia, cefaleias, dor faringolaríngea, epistaxis, obstipação, flatulência, dispepsia, náuseas, diarreia, mialgia, artralgia, dor nas extremidades, espasmos musculares, tumefação articular, dorsalgia, valores da função hepática alterados, aumento dos níveis sanguíneos da creatina quinase. Pouco frequentes (≥1/1.000, <1/100): hipoglicemia, aumento de peso, anorexia, pesadelos, insónias, tonturas, parestesias, hipoestesia, disgeusia, amnésia, visão turva, acufenos, vómitos, dor abdominal superior e inferior, eructação, pancreatite, hepatite, urticária, erupção cutânea, prurido, alopecia, dor cervical, fadiga muscular, mal-estar, astenia, dor torácica, edema periférico, fadiga, pirexia, presença de leucócitos na urina. Raros (≥1/10.000, <1/1.000): trombocitopenia, neuropatia periférica, distúrbios visuais, colestase, edema angioneurótico, dermatite bolhosa incluindo eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, reação liquenoide a medicamentos, miopatia, miosite, rabdomiólise, rutura muscular, tendinopatia, por vezes complicada devido a rutura, vasculite. Muito raros (<1/10.000): anafilaxia, perda de audição, insuficiência hepática, síndrome do tipo Lúpus, ginecomastia. Desconhecido (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis): miastenia grave, miopatia necrosante imunomediada, miastenia ocular. Tal como com outros inibidores da reductase da HMG-CoA, registaram-se aumentos das transaminases séricas em doentes medicados com Zarator. Estas alterações foram geralmente ligeiras e transitórias e não obrigaram à interrupção do tratamento. População pediátrica Os doentes pediátricos com idade entre os 10 e 17 anos de idade tratados com atorvastatina apresentaram um perfil de acontecimentos adversos de um modo geral semelhante ao dos doentes tratados com placebo. Os acontecimentos adversos observados mais frequentemente em ambos os grupos, independentemente da avaliação de causalidade, foram infeções. Não foram observados efeitos clinicamente significativos no crescimento e na maturação sexual num estudo com duração de 3 anos e com base na avaliação do crescimento e maturação global, avaliação do estadio de Tanner e na avaliação do peso e altura. Os perfis de segurança e tolerabilidade em doentes pediátricos foram semelhantes ao perfil de segurança conhecido da atorvastatina em doentes adultos. A base de dados de segurança clínica inclui dados de segurança de 520 doentes pediátricos que receberam atorvastatina, entre os quais 7 doentes com idade inferior a 6 anos, 121 doentes no intervalo dos 6 aos 9 anos de idade, e 392 doentes com idades compreendidas entre os 10 e os 17 anos. Com base nos dados disponíveis, a frequência, tipo e gravidade das reações adversas em crianças são semelhantes aos dos adultos. Foram notificados os seguintes acontecimentos adversos com algumas estatinas: disfunção sexual, depressão, casos esporádicos de doença pulmonar intersticial, especialmente com terapêutica de longa duração, diabetes mellitus: a frequência dependerá da presença ou ausência de fatores de risco (glicemia em jejum 5,6 mmol/l, IMC>30kg/m2, triglicéridos aumentados, história de hipertensão). Para informação completa por favor consultar RCM. Rev: 02/2025. Medicamento sujeito a receita médica. Medicamento comparticipado (regime geral: 37%). Para mais informações deverá contactar o titular da Autorização de Introdução no Mercado. Titular de AIM: Viatris Healthcare, Lda. E-mail da farmacovigilância: pv.portugal@viatris.com

 

Zetovar 10 mg + 10 mg; 20 mg + 10 mg; 40 mg + 10 mg; 80 mg + 10 mg comprimidos. Composição: Por comprimido: 10, 20, 40 ou 80 mg de atorvastatina (cálcio tri-hidratado) e 10 mg de ezetimiba (respetivamente). Excipiente com efeito conhecido: 145 mg de lactose, 170 mg de lactose, 219 mg de lactose e 317 mg de lactose (respetivamente). Indicações terapêuticas: Hipercolesterolemia - terapêutica de substituição no tratamento em adultos com hipercolesterolemia primária (familiar heterozigótica e homozigótica e não familiar) ou hipercolesterolemia mista já controlada com atorvastatina e ezetimiba administradas concomitantemente e nas mesmas doses, mas em comprimidos separados; Prevenção de eventos cardiovasculares - terapêutica de substituição na redução do risco de eventos cardiovasculares em doentes com doença coronária (DC) e antecedentes de síndrome coronária aguda (SCA) (ver secção 5.1 no RCM completo), em doentes adultos que estão adequadamente controlados com atorvastatina e ezetimiba administradas concomitantemente nas mesmas doses da combinação de dose fixa, mas como medicamentos separados. Posologia e modo de administração: Posologia: 1 comprimido p/ dia. Dose máxima recomendada: 80 mg + 10 mg p/ dia. O doente deverá estar a fazer uma dieta hipolipemiante adequada, devendo continuar esta dieta durante o tratamento com Zetovar. Zetovar não é indicado numa terapêutica inicial. A iniciação do tratamento ou ajuste posológico, se necessário, deve ser apenas efetuada através da administração dos componentes em monoterapia e após a determinação da posologia adequada, é possível considerar a mudança para a combinação de dose fixa na dosagem apropriada. Pessoas idosas: não é necessário ajuste posológico (ver secção 5.2). População pediátrica: a segurança e eficácia de Zetovar em crianças e adolescentes não foram estabelecidas (ver secção 5.2). Não existem dados disponíveis. Compromisso hepático: não é recomendado em doentes com compromisso hepático moderado ou grave (Child Pugh ≥ 7, ver secções 4.4 e 5.2). Zetovar está contraindicado em doentes com doença hepática ativa (ver secção 4.3). Compromisso renal: não é necessário ajuste posológico nos doentes com compromisso renal (ver secção 5.2). Coadministração com sequestradores dos ácidos biliares: administrar Zetovar ≥ 2 horas antes ou ≥ 4 horas após a administração de um sequestrador dos ácidos biliares. Coadministração com outros medicamentos: nos doentes a tomar os agentes antivirais elbasvir/grazoprevir para a hepatite C ou letermovir para a profilaxia da infeção por citomegalovírus concomitantemente com atorvastatina, a dose de atorvastatina não deverá exceder 20mg/dia (ver secções 4.4 e 4.5). Não é recomendada a utilização de atorvastatina em doentes a tomar letermovir coadministrado com ciclosporina (ver secções 4.4 e 4.5). Modo de administração: Via oral. Os comprimidos deverão ser engolidos com uma quantidade suficiente de um fluído (por exemplo um copo de água). Zetovar pode ser administrado como uma dose única a qualquer (preferencialmente sempre à mesma) altura do dia, com ou sem comida. Contraindicações: Hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos excipientes mencionados na secção 6.1 do RCM completo. Durante a gravidez e amamentação, assim como em mulheres com potencial para engravidar que não utilizam medidas contracetivas adequadas (secção 4.6 do RCM completo). Doentes com doença hepática ativa ou elevações persistentes e inexplicadas das transaminases séricas que excedam 3x o limite superior da normalidade (LSN) e em doentes tratados com os agentes antivirais glecaprevir/pibrentasvir para a hepatite C. Efeitos indesejáveis: Muito Frequentes (MF): ≥ 1/10; Frequentes (F): ≥ 1/100 a < 1/10; Pouco Frequentes (PF): ≥ 1/1000 a < 1/100; Raros (R): ≥1/10000 a <1/1000; Muito Raros (MR): <1/10000; Desconhecidos (D): frequência não pode ser calculada a partir dos dados à data. (Atorvastatina) Infeções e infestações - F: nasofaringites. Doenças do sangue e sistema linfático – R: trombocitopenia. Doenças do sistema imunitário – F: reações alérgicas. MR: reações anafiláticas. Doenças do metabolismo e da nutrição – F: hiperglicemia. PF: hipoglicemia, aumento de peso, anorexia. Perturbações do foro psiquiátrico – PF: pesadelos e insónias. Doenças do Sistema Nervoso F: cefaleias. PF: tonturas, hipoestesia, disgeusia, amnésia, parestesia. R: neuropatia periférica. D: miastenia grave. Afeções oculares – PF: visão turva. R: distúrbios visuais. D: miastenia ocular. Afeções do ouvido e do labirinto – PF: tinido. MR: perda de audição. Vasculopatias – R: Vasculite. Doenças respiratórias, torácicas e do metabolismo – F: dor faringolaríngea, epitaxis. Doenças gastrointestinais – F: flatulência, diarreia, obstipação, náusea, dispepsia. PF: vómitos, eructação, pancreatite, dor abdominal. Afeções hepatobiliares – PF: hepatite. R: colestase. MR: falência hepática. Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos PF: urticária, erupção cutânea, prurido, alopecia. R: edema angioneurótico, dermatite bolhosa, incluindo síndrome de Stevens-Johnson e epidérmica tóxica, eritema multiforme, Reação liquenoide a medicamentos. Afeções musculoesqueléticas e dos tecidos conjuntivos – F: artralgia, espasmos musculares, inchaço dos tornozelos, dor nas extremidades, dores nas costas. PF: fadiga muscular, fraqueza muscular, dor no pescoço, mialgia. R: miosite, tendinopatia (por vezes complicada devido a rutura), miopatia, rabdomiólise, rutura muscular. MR: síndrome do tipo lúpus. D: miopatia necrosante imunomediada (ver secção 4.4). Doenças dos órgãos genitais e da mama – MR: ginecomastia. Perturbações gerais e alterações no local de administração – PF: edema periférico, astenia, dor torácica, fadiga, mal-estar, pirexia. Exames complementares de diagnóstico – F: valores da função hepática alterados, aumento dos níveis sanguíneos da CPK. PF: presença de células brancas sanguíneas na urina. (Ezetimiba) Doenças do sangue e sistema linfático – D: trombocitopenia. Doenças do sistema imunitário – D: hipersensibilidade, incluindo erupção cutânea, urticária, anafilaxia e angioedema. Doenças do metabolismo e da nutrição – PF: diminuição do apetite. Perturbações do foro psiquiátrico – D: depressão. Doenças do Sistema Nervoso – D: tonturas, parestesia. Vasculopatias – PF: afrontamento, hipertensão. Doenças respiratórias, torácicas e do metabolismo – PF: tosse. D: dispneia. Doenças gastrointestinais – F: flatulência, diarreia, dor abdominal. PF: náusea, dispepsia, doença do refluxo gastroesofágico. D: obstipação, pancreatite. Afeções hepatobiliares – D: hepatite, colelitíase, colecistite. Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos – D: eritema multiforme. Afeções musculoesqueléticas e dos tecidos conjuntivos PF: artralgia, espasmos musculares, dor no pescoço. D: mialgia, miopatia, rabdomiólise, rutura muscular. Perturbações gerais e alterações no local de administração – F: fadiga. PF: dor torácica, dor. D: astenia. Exames complementares de diagnóstico – PF: valores da função hepática alterados, aumento dos níveis sanguíneos da CPK, aumento da ALT e/ou AST, gama-glutamiltransferase aumentada. (Ezetimiba+estatina) Doenças do Sistema Nervoso – F: cefaleias. PF: parestesia. Doenças gastrointestinais – PF: boca seca, gastrite. Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos PF: urticária, erupção cutânea, prurido. Afeções musculoesqueléticas e dos tecidos conjuntivos F: mialgia. PF: dor nas extremidades, dor nas costas, fraqueza muscular. Perturbações gerais e alterações no local de administração PF: edema periférico, astenia. Exames complementares de diagnóstico F: aumento da ALT e/ou AST, gama-glutamiltransferase aumentada. Medicamento sujeito a receita médica. Regime de comparticipação: 37%. Para mais informações deverá contactar o titular de AIM. (agosto 2025)

Titular da autorização de introdução no mercado: Zentiva Portugal, Lda. Sede Social: Miraflores Premium I, Alameda Fernão Lopes, 16 A – 8º piso A, 1495 – 190 Algés Portugal. Tel.: +351 210 601 360 | Fax: +351 211 396 680. www.zentiva.pt C.R.C Cascais - Capital Social: 16.031.556,00 | Pessoa Colectiva 503 103 551. Distribuído por: Mylan, Lda Avenida D.João II, Edifício Atlantis No. 44C - 7.3 e 7.4 | 1990-095 Lisboa Portugal

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